CHRISTUS BABY

2012



Crie glitters aqui!


A cada dia de nossa vida, aprendemos com nossos erros ou nossas vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que o novo ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus FELIZ 2012!!!
"Um excelente educador não é um ser humano perfeito, mas alguém que tem serenidade para se esvaziar e sensibilidade para aprender" (Augusto Cury)

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É Brincando que se adquiri conhecimento!

BLOG - Cristiângela Ribeiro Soares

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Christus Baby

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

PALESTRA - TEMA MOTIVAÇÃO

Palestrante Renato

Se você pensa que você pode, ou se você pensar que você não pode,você está certo!
Henry Ford

MOTIVAÇÃO- PROFESSOR X ALUNO
Ao falarmos em motivação no processo de aprendizagem escolar, é extremamente relevante salientar a relação professor x aluno, pois o modo como esse relacionamento se dá vai dimensionar e direcionar a questão da motivação.

Um professor, consciente de seu papel, sabe que sua tarefa é orientar o aluno em seu aprendizado, tornando-o mais crítico, buscando sempre seu êxito e não seu fracasso. Sua relação com os alunos é uma relação profissional, que deve potencializar o aprendizado amplo, isto é, de conteúdo moral, ético, estético e outros, que inevitavelmente permeiam as aulas, ou como temas transversais, ou como assuntos que transcendam os currículos.

Referindo-se à motivação em sala de aula, Tapia & Fita (1999, p. 107) escrevem: “(...) é necessário que o professor transmita valores de forma explícita. Devemos lutar contra a tendência de deixar isso exclusivamente nas mãos dos ‘especialistas’, professores de religião, ética. Essa tarefa deve ser assumida por todos os professores”.

Por outro lado, segundo Paulo Freire, não se pode conseguir que o aluno passe da ingenuidade intelectual à criticidade, prescindindo de uma formação ética aliada à estética (FREIRE, 2002, p. 36). Isso deve interessá-lo pelo menos tanto quanto interessa ao vendedor que visa não só não espantar seus clientes, mas até fazer com que comprem e levem mais do que tinham a intenção de comprar (MORALES, 1998, p. 13).

O professor é um profissional como outro qualquer (do ponto de vista meramente trabalhista), mas tem uma função, uma “missão” que é o seu diferencial: ele exerce grande influência sobre a formação da personalidade e do caráter de seus alunos. Seu modo de lidar com eles, de interagir com a turma durante as aulas, vai transmitir-lhes muito mais do que o simples conteúdo das disciplinas e pode deixar marcas para o resto de suas vidas. Essas marcas podem ter um cunho positivo ou negativo.

A motivação dos alunos se vê notavelmente influenciada pelo clima em que vivem e pelo ambiente que se respira na escola, pelas normas de funcionamento, pelos valores que dependem da atuação dos professores individualmente e em equipe.
Existem quatro grandes classes de motivação:
1. Motivação relacionada com a tarefa, onde a própria matéria de estudo desperta ao
indivíduo uma atração que o impulsiona a vencer obstáculos.
2. Motivação relacionada com o eu, com a auto-estima. A aprendizagem inclui
muitos aspectos afetivos.
3. Motivação centrada na valorização social. Satisfação afetiva que produz
aceitação dos outros, como aplausos.
4. Motivação que aponta para a conquista de recompensas externas, como prêmios,
dinheiro, etc.
Em todas os alunos encontram a necessidade de alcançar determinado objetivo, tentando evitar o fracasso. O comportamento desses alunos costuma ser diferente, os alunos que se apresentam mais motivados pela necessidade de conquista:
•Selecionam problemas com desafios moderados.
•Esforçam-se diante de problemas difíceis.
•Diminuem sua motivação se alcançam êxito com muita facilidade.
•Respondem melhor as tarefas com maiores desafios.
•Costumam conseguir melhores qualificações.

Já os alunos que se motivam pela necessidade de evitar o fracasso:
•Escolhem problemas fáceis
•Desanimam com o fracasso
•Respondem melhor as tarefas com menores desafios.

MOTIVAÇÃO INTRÍNSECA
A motivação intrínseca refere-se a escolha e realização de determinada atividade por sua própria causa, por esta ser interessante, atraente ou, de alguma forma, geradora de satisfação. Um indivíduo intrinsecamente motivado procura novidade, entretenimento, satisfação da curiosidade, oportunidade para exercitar novas habilidades e obter domínio.
A motivação de crianças e de adolescentes na escola não é intrínseca, fato esse que não deveria causar surpresa visto que a escola não prioriza essa orientação, preocupando-se com a transmissão de conteúdos, no desenvolvimento de habilidades, na avaliação do desempenho através de notas, dando ênfase aos motivadores extrínsecos.
A motivação intrínseca é a motivação na qual a pessoa faz algo por se sentir recompensada diretamente pela realização da tarefa.

MOTIVAÇÃO EXTRÍNSECA
A motivação extrínseca tem sido definida como a motivação para trabalhar em resposta a algo externo a tarefa ou atividade, como para a obtenção de recompensas materiais ou sociais, de reconhecimento, objetivando atender os comandos ou pressões de outras pessoas, para demonstrar competências ou habilidades.

POSTURA DO PROFESSOR

DICAS:

  • Respeite os alunos;
  • Dignifique os alunos;
  • Controle suas emoções;
  • Mantenha uma voz calma;
  • Contato visual;
  • Elogios correção;
  • Estímulos;
  • Escute antes de disciplinar;
  • Dê instruções;
  • Evite confronto com alunos;
  • Elimine o uso de ameaças;
  • Seja objetivo, não critico;
  • Comunique claramente o que você quer e espera;
  • Passe bastante tempo entre seus alunos;
  • Esforce-se em obter o envolvimento;